Agradeço aos meus pais Luiz Carlos Mesquita e
Juraci Cunha Mesquita, por terem dedicado parte de suas vidas investindo na
minha educação e por terem desenvolvido em mim os valores indispensáveis à
formação do meu caráter, valores morais que são essenciais para me desenvolver
como pessoa e promover o meu bom nome e o de minha família. Obrigada por me
ensinarem que caráter, honestidade e moral são adjetivos que todo ser humano
deve ter. Pois os substantivos vão e os adjetivos ficam. Amo vocês.
As minhas irmãs Daiane Cunha Mesquita e Luziane
Cunha Mesquita por fazerem parte da minha vida e por terem me presenteado com
os anjos mais lindos: Luiz Otávio e Eduardo.
Aos meus sobrinhos Luiz Otávio Mesquita da
Fonseca e Eduardo Mesquita Bastos, pelo brilho dos seus olhos, por me fazerem
sorrir, pelos seus sorrisos, por me fazerem acreditar que sou capaz e,
principalmente, por me fazer acreditar que existem anjos, que é o que vocês
dois são pra mim. Obrigada e que Deus abençoe vocês dois, sempre!
Ao meu amor Rodrigo Ugoski, obrigada por perceber
em mim um talento que minha autocrítica jamais permitiria que eu desenvolvesse e
por estar ao meu lado em todos os momentos, sendo compreensivo, paciente,
carinhoso e, principalmente, meu maior incentivador. Amo-te.
À minha tia Neli Vera Cunha, por ser minha amiga
e por me fazer acreditar nos meus sonhos e nunca desistir de lutar por eles.
Ao meu amigo e cunhado Cristian Bastos, por me
ensinar a não dar ouvidos às críticas destrutivas e que estas devem servir de
motivação para ir mais além.
Às irmãs que eu escolhi Juliana Martins e Paula
Crespo, obrigada pela amizade.
À minha amiga e colega Caroline Pickersgill, por
ter sido minha companheira, conselheira, amiga e “co- orientadora” da minha
pesquisa.
À minha querida orientadora Diana Cecagno, obrigada
pela paciência e compreensão.
À todos amigos que de alguma forma contribuíram
para que essa conquista se tornasse possível.
Agradeço a cada um dos pacientes que encontrei ao
longo da minha trajetória como acadêmica. Eles me ensinaram a ver com os olhos
do coração, a perscrutar um mundo deslumbrante
que se esconde nos vales das perdas e nos penhascos das dores emocionais.
Eles são pérolas vivas no teatro da existência.